Revista de Economia e Sociologia Rural
https://revistasober.org/article/5db1c7770e8825d83361d429
Revista de Economia e Sociologia Rural
Artigo original

FORMAÇÃO DOS PREÇOS DE FERTILIZANTES NO MERCADO BRASILEIRO, ANTES E DEPOIS DA ABERTURA COMERCIAL

Tatiana Regal Dutra Diesel; José Maria Alves da Silva; Walter Rogério Diesel

Downloads: 2
Views: 494

Resumo

O objetivo deste estudo é identificar, empiricamente, fatores representativos da formação dos preços brasileiros de fertilizantes. Para isso, ajustou-se um modelo econométrico à série de preços médios reais de fertilizantes, pagos a vista pelo agricultor, na região Centro-Sul do País, salário mínimo, preço real da matéria-prima nacional, preço real máximo do fertilizante no mercado americano, taxa de juros e demanda, no período de janeiro de 1989 a dezembro de 1993. Os resultados mostraram que a dinâmica dos preços dos fertilizantes no mercado brasileiro, antes da abertura comercial, sofria influência, sobretudo, dos custos das matérias-primas e do preço do fertilizante no mercado externo. A abertura de mercado e conseqüentemente, a maior participação das indústrias internacionais no mercado doméstico, induziu o setor nacional de fertilizantes a um processo de revisão e restruturação.

Palavras-chave

Preços de fertilizantes, modelo econométrico e competitividade industrial.

Referências

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO SETOR DE FERTILIZANTES, 1989. São Paulo: ANDA, 1990.

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO SETOR DE FERTILIZANTES, 1990. São Paulo: ANDA, 1991.

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO SETOR DE FERTILIZANTES, 1991. São Paulo: ANDA, 1992.

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO SETOR DE FERTILIZANTES, 1992. São Paulo: ANDA, 1993.

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO SETOR DE FERTILIZANTES, 1993. São Paulo: ANDA, 1994.

CONSIDERA, C.M. Estrutura de mercado e formação de preços na indústria brasileira - 1969/1974. Brasília, DF: UnB, 1975. 105p. Dissertação (Mestrado em Economia) - Universidade de Brasília, 1975.

CONSIDERA, C.M. Preços, mark up e distribuição funcional da renda na indústria de transformação: dinâmica de longo e curto prazo - 1959/80. Pesquisa e Planejamento Econômico, Rio de Janeiro, v.11, n. 3, p. 637-702, dez. 198 I.

DIESEL, T. R. D.Aspectos estruturais e organizacionais da indústria brasileira de fertilizantes. Viçosa, MG: UFV, 1996. 79p. Dissertação (Mestrado em Economia Rural) - Universidade Federal de Viçosa, 1996.

FERGUSON, C. E. Teoria microeconômica. 14. ed. Rio de Janeiro: ForenseUniversitária, 1990. 624p.

GUJARATI, D.N. Basic econometrics. 3. ed. New York: McGraw-Hill, 1995. 838p.

HALL, R. L., HITCH, C. J. Price theory and business behaviour. Oxford Economic Papers, Oxford, v. 1, n. 2, p. 107-138, maio. 1939.

KALECKI, M. Costs and prices. ln: SELECTED ESSAYS ON THE DYNAMICS OF THE CAPITALIST ECONOMY Cambridge: Cambridge University, 1971. p. 43-61.

VIRGILIIS, E.AS., PONCHIO, C.O. Fontes de enxofre e micronutrientes para a agricultura. ln: SIMPÓSIO SOBRE FERTILIZANTES NA AGRICULTURA BRASILEIRA, 1984, Brasília, DF. Anais ... Brasília, DF: EMBRAPA, ANDA, POTAFOS, 1984. p.123-135.

WHITE, K.J., HAUN, S.A., WHISTLER, D. et ai. SHAZAM: econometrics computer program: user's reference manual - version 7.0. Canadá: McGraw-Hill, 1993. 483p.

XAVIER, C. Complexo agroindustrial: o "Agribusiness" brasileiro. São Paulo: Bentivegna, 1990. 238p.

5db1c7770e8825d83361d429 resr Articles
Links & Downloads

resr

Share this page
Page Sections