Revista de Economia e Sociologia Rural
https://revistasober.org/article/doi/10.1590/1806-9479.2023.264581
Revista de Economia e Sociologia Rural
ARTIGO ORIGINAL

Pronaf e desenvolvimento rural: uma análise para minas gerais nos anos de 2006 e 2017

Pronaf and rural development: an analysis for minas gerais in the years 2006 and 2017

Marina Porto Coelho Silveira; Rosa Livia Gonçalves Montenegro; Patrícia Alves Rosado Pereira

Downloads: 2
Views: 330

Resumo

O objetivo principal do artigo foi investigar as possíveis condições e a influência do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) sobre o desenvolvimento rural de microrregiões de Minas Gerais, nos anos de 2006 e 2017. Para tanto, foi construído o índice de desenvolvimento rural (IDR), por intermédio da análise fatorial. Em seguida, o IDR foi utilizado para analisar as possíveis condições do desenvolvimento rural de acordo com o PRONAF, a partir da análise qualitativa comparativa (QCA). Os principais resultados obtidos indicam que, apesar da observância de melhorias nos estabelecimentos familiares, principalmente em termos econômicos e o avanço do IDR em algumas microrregiões, Minas Gerais não conseguiu impulsionar o seu desenvolvimento rural somente com o PRONAF. Embora a distribuição dos recursos do programa em regiões mais carentes tenha sido significativa em 2006, no ano de 2017 observou-se o direcionamento dos recursos para regiões de maior potencial e produção agrícola voltada para o mercado externo.

Palavras-chave

desenvolvimento rural, PRONAF, análise multivariada, Minas Gerais

Abstract

Abstract: The main objective of this paper was investigate the possible conditions and the influence of the National Program for Strengthening Family Agriculture (PRONAF) on the rural development of microregions in the state of Minas Gerais, in the years 2006 and 2017. To this end, it was built through from factor analysis, the rural development index (IDR) for the purpose of synthesizing information related to rural development in Minas Gerais. The index was used to analyze possible spatial configurations and rural development conditions according to PRONAF. The main results obtained indicated that, despite the observance of improvements in family establishments, mainly, in economic terms (modernization and income) and the advance of the IDR of some microregions, the state of Minas Gerais was unable to boost its rural development only with the PRONAF. Although the distribution of the Program's resources in poorer regions was significant in 2006, in the year 2017, there was a directing of resources to regions with greater potential and whose agricultural production is turned to the foreign market.

Keywords

rural development, PRONAF, multivariate analysis, Minas Gerais

Referências

Abramovay, R. (2004). A densa vida financeira das famílias pobres. In R. Abramovay (Ed.), Laços financeiros na luta contra a pobreza. São Paulo: Annablume.

Abramovay, R. (2000a). Funções e medidas da ruralidade no desenvolvimento contemporâneo (Texto para Discussão, No. 702). Rio de Janeiro: Ipea.

Abramovay, R. (2000b). O capital social dos territórios: repensando o desenvolvimento rural. Economia Aplicada, 4(2), 379-397.

Almeida, T. R. C. (2019). Fundamentação do PRONAF como política pública: o comportamento e o impacto do programa no produto agropecuário de Minas Gerais no período 2013-2016 (Dissertação de mestrado). Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho, Fundação João Pinheiro, Belo Horizonte.

Anjos, F. S. (2003). Pluriatividade e desenvolvimento rural no Sul do Brasil. Cadernos de Ciência & Tecnologia, 20(1), 11-44.

Aquino, J. R. (2009). Avanços e limites da política de crédito do PRONAF no Brasil (1996-2008): uma reflexão crítica. In Anais do XLVII Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Vol. 1, pp. 1-21). Brasília: SOBER.

Aquino, J. R., & Lacerda, M. A. D. (2014). Magnitude e condições de reprodução econômica dos agricultores familiares pobres no semiárido brasileiro: evidências a partir do Rio Grande do Norte. Revista de Economia e Sociologia Rural, 52(Supl. 1), 167-188.

Aquino, J. R., & Schneider, S. (2011). 12 anos da política de crédito do PRONAF no Brasil (1996-2008): uma reflexão crítica. Revista de Extensão e Estudos Rurais, 1(2), 309-347.

Aquino, J. R., & Schneider, S. O. (2015). PRONAF e o desenvolvimento rural brasileiro: avanços, contradições e desafios para o futuro. In C. Grisa & S. Schneider (Eds.), Políticas públicas de desenvolvimento rural no Brasil (pp. 53-81). Porto Alegre: UFRGS.

Assunção, J., & Chein, F. (2007). Condições de crédito no Brasil rural. Revista de Economia e Sociologia Rural, 45(2), 367-407.

Banco Central do Brasil - BCB. (1965). Manual de Crédito Rural (MCR). Brasília: BCB. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de https://www3.bcb.gov.br/mcr/completo

Banco Central do Brasil - BCB. (1999). Anuário estatístico do crédito rural. Brasília: BCB. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/ anuario_estat_credrural

Banco Central do Brasil - BCB. (2018). Matriz de dados do crédito rural. Brasília: BCB. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/micrrural

Barbosa, F. R. G. M. (2013). Índice de desenvolvimento dos municípios da microrregião de Dourados-MS: uma aplicação da análise fatorial (Dissertação de mestrado). Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Economia, Universidade Federal da Grande Dourados, Dourados.

Betarelli Júnior, A. A., & Ferreira, S. F. (2018). Introdução à análise qualitativa comparativa e aos conjuntos Fuzzy (fsQCA). Brasília: Enap.

Bianchini, V. A. (2005). Políticas diferenciadas para a agricultura familiar: em busca do desenvolvimento rural sustentável. In F. B. Botelho Filho (Ed.), Agricultura familiar e desenvolvimento territorial: contribuições ao debate (Cadernos do CEAM, Vol. 5, No. 17, pp. 81-98). Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares, Núcleo de Estudos Avançados.

Bianchini, V. (2015). Vinte anos do PRONAF, 1995-2015: avanços e desafios. Brasília: SAF/MDA, 2015.

Bonnal, P., & Maluf, R. (2010). Do uso das noções de multifuncionalidade e território nas políticas agrícolas e rurais no Brasil. In N. G. Delgado (Ed.), Brasil Rural em debate: coletânea de artigos. Brasília: CONDRAF/MDA.

Brasil. (1965). Lei nº 4.829, de 5 de novembro de 1965. Institucionaliza o Crédito Rural. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de http://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/l4829.htm

Brasil. (1996). Decreto nº 1.946, de 28 de junho de 1996. Cria o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/D1946. htm

Brasil. (2006). Lei nº 11.326, de 24 de julho de 2006. Estabelece as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e Empreendimentos Familiares Rurais. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11326.htm

Brasil. (2017). Decreto nº 9.064, de 31 de maio de 2017. Dispõe sobre a Unidade Familiar de Produção Agrária, institui o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar e regulamenta a Lei n.º 11.326, de 24 de julho de 2006, que estabelece as diretrizes para a formulação da Política Nacional da Agricultura Familiar e empreendimentos familiares rurais. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ Ato2015-2018/2017/Decreto/D9064.htm

Búrigo, F. L. (2010). Sistema Nacional de Crédito Rural: uma trajetória de privilégios, crises e oportunidades. Ensaios sobre o cooperativismo solidário (pp. 426-458). Francisco Beltrão: Instituto de Formação do Cooperativismo Solidário (Infocos).

Capellesso, A. J., Cazella, A. A., & Búrigo, F. L. (2018). Evolução do Pronaf Crédito no Período 1996-2013: redimensionando o acesso pelos cadastros de pessoa física. Revista de Economia e Sociologia Rural, 56(3), 437-450.

Capobiango, R. P., Braga, M. J., Silveira, S. F. R., & Costa, C. C. M. (2012). Análise do impacto econômico do crédito rural na microrregião de Pirapora. Revista de Economia e Sociologia Rural, 50(4), 631-644.

Carneiro, M. J., & Maluf, R. S. (2003). Introdução. In M. J. Carneiro & R. S. Maluf (Eds.), Para além da produção: multifuncionalidade e agricultura familiar (pp. 17-26). Rio de Janeiro: MAUAD.

Carneiro, M. J. (1997). Política pública e agricultura familiar: uma leitura do PRONAF. Estudos Sociedade e Agricultura, 5(1), 70-82.

Castro, C. N., Resende, G. M., & Pires, M. J. S. (2014). Avaliação dos impactos regionais do Programa Nacional de Agricultura Familiar (PRONAF) (Texto para Discussão, No. 1974). Brasília: IPEA.

Delgado, N. G., & Leite, S. (2011). Políticas de desenvolvimento territorial no meio rural brasileiro: novas institucionalidades e protagonismo dos atores. Dados, 54(2), 431-473.

Delgado, N. G. (2010). O papel do rural no desenvolvimento nacional: da modernização conservadora dos anos 1970 ao Governo Lula. In N. G. Delgado (Ed.), Brasil rural em debate: coletânea de artigos (pp. 28-78). Brasília: CONDRAF/NEAD.

Ellis, F., & Biggs, S. (2001). Evolving themes in rural development 1950s-2000s. Development Policy Review, 19(4), 437-448.

Eusébio, G. S. (2017). Análise do crédito rural no desempenho econômico dos estabelecimentos agropecuários (Tese de doutorado). Instituto de Economia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

Favareto, A. S. (2011). Economia verde e um novo ciclo de desenvolvimento rural. In C. L. Gramkow & P. G. Prado (Eds.), Política ambiental: economia verde desafios e oportunidades. Belo Horizonte: Conservação Internacional.

Favareto, A. S. (2006). Paradigmas do desenvolvimento rural em questão-do agrário ao territorial (Tese de doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo.

Fernandes, F. F. (2011). Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF): análise da distribuição dos recursos entre 1999 e 2009 (Dissertação de mestrado). Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia.

Freitas, A. F., & Freitas, A. F. (2011). As cooperativas de crédito rural solidárias como indutoras do desenvolvimento local. Revista IDeAS, 5(1), 160-187.

Gazolla, M., & Schneider, S. (2013). Qual “fortalecimento” da agricultura familiar? Uma análise do PRONAF crédito de custeio e investimento no Rio Grande do Sul. Revista de Economia e Sociologia Rural, 51(1), 45-68.

Gazolla, M., Viganó, C., & Júnio Marini, M. (2020). PRONAF no estado do Paraná: quais lógicas de desenvolvimento têm sido fortalecidas? DRd Desenvolvimento Regional em Debate, 10, 751-773.

Gonçalves Montenegro, R. L., Ribeiro, L. C., & Britto, G. (2021). The effects of environmental technologies: evidences of different national innovation systems. Journal of Cleaner Production, 284, 124742.

Graziano da Silva, J. (2002). O novo rural brasileiro (2ª ed. rev.), Campinas: IE Unicamp.

Hair, J. F., Black, H. C., Babin, B. J., & Anderson, R. E. (2014). Multivariate date analysis (7th ed.). Harlow: Pearson Education Limited.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2006a). Agricultura familiar primeiros resultados: Brasil, grandes regiões e unidades da federação (pp. 1-267). Rio de Janeiro. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de https://biblioteca. ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/50/agro_2006_ agricultura_familiar.pdf

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2006b). Censo agropecuário 2006. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de https://sidra.ibge.gov.br/ pesquisa/censo-agropecuario/censo-agropecuario-2006/segunda-apuracao

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2017a). Censo agropecuário 2017. Rio de Janeiro. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de https://sidra.ibge.gov.br/ pesquisa/censo-agropecuario/censo-agropecuario-2017

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2017b). Censo agropecuário 2017: resultados preliminares (Vol. 7, pp. 1-108). Rio de Janeiro. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3093/ agro_2017_resultados_ preliminares.pdf

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. (2019). Censo agropecuário 2017: resultados definitivos (Vol. 8, pp. 1-105). Rio de Janeiro. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3096/ agro_2017_resultados_definitivos.pdf

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP. (2007). Sinopse estatística da educação básica. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de http://portal.inep.gov.br/web/guest/ sinopses-estatisticas-da-educacao-basica

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - INEP. (2017). Sinopse estatística da educação básica. Recuperado em 27 de setembro de 2023, de http://portal.inep.gov.br/web/guest/sinopses-estatisticas-da-educacao-basica

Kageyama, A. (2004). Desenvolvimento rural: conceito e medida. Cadernos de Ciência & Tecnologia, 21(3), 379-408.

Lopes, P. R., Araújo, K. C. S., Lopes, I. M., Rangel, F. P., Santos, N. F. F., & Kageyama, P. Y. (2014). Uma análise das consequências da agricultura convencional e das opções de modelos sustentáveis de produção: agricultura orgânica e agroflorestal. REDD - Revista Espaço de Diálogo e Desconexão, 8(1-2), 1-38.

Luchese, M. P. (2018). Análise da evolução do PRONAF no Brasil e de sua distribuição nas regiões Sul e Nordeste do país (Trabalho de Conclusão de Curso). Faculdade de Ciências Econômicas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

Maia, G. B. S., Bastos, V. D., De Conti, B. M., & Roitman, F. B. (2012). O PRONAF B e o financiamento agropecuário nos territórios da cidadania do semiárido. Revista do BNDES, 37, 177-216.

Marioni, L. S., Vale, V. A., Perobelli, F. S., & Freguglia, R. S. (2016). Uma aplicação de regressão quantílica para dados em painel do PIB e do PRONAF. Revista de Economia e Sociologia Rural, 54(2), 221-242.

Martine, G. (1991). A trajetória da modernização agrícola: a quem beneficia? Lua Nova, (23), 7-37.

Mattei, L. (2018). A política agrária e os retrocessos do governo Temer. OKARA: Geografia em Debate, 12(2), 293-307.

Mattei, L. (2005). Impactos do PRONAF: análise de indicadores. Brasília: MDA.

Matos, D. A. S., & Rodrigues, E. C. (2019). Análise fatorial. Brasília: Enap.

Melo, C. O., & Parré, J. L. (2007). Índice de desenvolvimento rural dos municípios paranaenses: determinantes e hierarquização. Revista de Economia e Sociologia Rural, 45(2), 329-365.

Melo, C. O., & Silva, G. H. (2014). Desenvolvimento rural dos municípios da região sudoeste paranaense: uma proposta de medida através da análise fatorial. Organizações Rurais & Agroindustriais, 16(1), 33-45.

Navarro, Z. (2001). Desenvolvimento rural no Brasil: os limites do passado e os caminhos do futuro. Estudos Avançados, 15(43), 83-100.

Oliveira, D. V. (2019). O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF): uma avaliação de impacto na renda dos agricultores da região Sudeste (Dissertação de mestrado). Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, Universidade de Brasília, Brasília.

Pase, H. L. (2006). Capital social e desenvolvimento rural no Rio Grande do Sul (Tese de doutorado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

Pereira, E. F., Teixeira, C. S., & Santos, A. (2012). Qualidade de vida: abordagens, conceitos e avaliação. São Paulo. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 26(2), 241-250.

Peres Júnior, M. R., Pereira, V. G., Siqueira, P. H. L., & Antonialli, M. L. (2013). Caracterização e agrupamento de municípios de Minas Gerais em relação à agricultura familiar. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, 9(3), 54-99.

Pretto, J. M., & Horn, C. H. (2019). Uma avaliação do PRONAF no período 1995-2018. COLÓQUIO - Revista do Desenvolvimento Regional, 17(1), 35-49.

Ragin, C. C. (2005). From fuzzy sets to crisp truth tables. Tucson: Department of Sociology, University of Arizona.

Ragin, C. C. (2007). Fuzzy sets: calibration versus measurement. In The Oxford handbook of political methodology (No. 2). Oxford University Press.

Ramos, S. Y., & Martha Júnior, G. B. (2010). Evolução da política de crédito rural brasileira. Planaltina: Embrapa Cerrados.

Reymão, A. E. N., & Silva, N. S. L. (2018). Crédito e direito ao desenvolvimento: o Amazônia florescer e a inclusão financeira dos produtores de açaí. Direito e Desenvolvimento, 9(1), 194-211.

Rihoux, B. (2006). Qualitative comparative analysis (QCA) and related systematic comparative methods: recent advances and remaining challenges for Social Science research. International Sociology, 21(5), 679-706.

Rihoux, B., & Ragin, C. C. (2009). Configurational comparative methods: Qualitative Comparative Analyisis (QCA) and related techniques (Applied Social Research Methods Series, No. 51). Thousand Oaks: SAGE Publications.

Rodrigues, G. M. (2019). O PRONAF na Zona da Mata Mineira: efeitos nos PIBs total e setorial dos municípios. Revista de Economia e Sociologia Rural, 57(1), 29-48.

Rodrigues, S. T. S. (2013). O crédito rural promotor do desenvolvimento e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) (Dissertação de mestrado). Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa.

Schneider, C. Q., & Wagemann, C. (2012). Set-theoretic methods for the social sciences: a guide to qualitative comparative analysis. New York: Cambridge University Press.

Schneider, C. Q., & Wagemann, C. (2010). Standards of good practice in qualitative comparative analysis (QCA) and fuzzy-sets. Comparative Sociology, 9(3), 397-418.

Schneider, S. (2004). A abordagem territorial do desenvolvimento rural e suas articulações externas. Sociologias, (11), 88-125.

Schneider, S. (2005). A pluriatividade e o desenvolvimento rural brasileiro. In F. Botelho Filho (Ed.), Agricultura familiar e desenvolvimento territorial: contribuições ao debate. Brasília: Universidade de Brasília, Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares, Núcleo de Estudos Avançados.

Schneider, S. (2009). A pluriatividade no meio rural brasileiro: características e perspectivas para investigação. In H. C. Grammont & L. Martinez Valle (Eds.), La pluriactividad en el campo latinoamericano (1ª ed., Serie FORO). Quito: Flacso.

Schneider, S., & Cassol, A. (2013). A agricultura familiar no Brasil. Porto Alegre: FIDA/Rimisp.

Schneider, S., Mattei, L., & Cazella, A. A. (2004). Histórico, caracterização e dinâmica recente do PRONAF - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. In S. Schneider, M. K. Silva, P. E M. Marques & A. A. Cazella (Eds.), Políticas públicas e participação social no Brasil rural. Porto Alegre: UFRGS.

Sen, A. (2000). Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras.

Shepherd, A. (1998). Sustainable rural development. New York: Palgrave.

Silva, D. M. O. B., Schmidt Filho, R., & Costa, F. (2017). PRONAF: uma avaliação da distribuição regional dos contratos de crédito e seus impactos sobre o desenvolvimento rural do Nordeste brasileiro. OKARA: Geografia em Debate, 11(2), 376-396.

Silva, E. S. O. (2001). O Brasil rural precisa de uma estratégia de desenvolvimento (Série Textos para Discussão, No. 1). Brasília: MDA/NEAD.

Silva, F. F. (2006). Distribuição de crédito para agricultura familiar: um estudo do PRONAF a partir de um indicador de desenvolvimento rural (Dissertação de mestrado). Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia.

Silva, F. F., & Santos, R. M. (2018). Desenvolvimento rural e PRONAF: um estudo para os municípios mineiros. CAMPO-TERRITÓRIO: Revista de Geografia Agrária, 13(30), 159-186.

Silva, F. N. (2011a). Sustainable development policy: goals, targets and police cycles. Sustainable Development, 19(1), 15-29.

Silva, S. P. (2011b). Políticas públicas, agricultura familiar e desenvolvimento territorial. Cadernos Gestão Pública e Cidadania, 16(58), 126-144

Souza, M. C., Khan, A. S., & Passos, A. T. B. (2005). Sustentabilidade da agricultura familiar em assentamentos de reforma agrária no estado do Rio Grande do Norte. Revista Economica do Nordeste, 36(1), 96-120.

Souza, M. S., & Alves, A. G. S. (2018). Os programas de crédito agrícola e de fomento para a agricultura familiar: uma análise acerca do PRONAF e do PNAE. Revista de Direito Sociais e Políticas Públicas, 4(1), 139-159.

Souza, P. M., Ponciano, N. J., Ney, M. G., & Fornazier, A. (2013). Análise da evolução do valor dos financiamentos do PRONAF-Crédito (1999 a 2010): número, valor médio e localização geográfica dos contratos. Revista de Economia e Sociologia Rural, 51(2), 237-254.

van der Ploeg, J. D., Renting, H., Brunori, G., Knickel, K., Mannion, J., Marsden, T., De Roest, K., Sevilla-Guzmán, E., & Ventura, F. (2000). Rural development: from practices and policies towards theory. Sociologia Ruralis, 40(4), 391-408.

Veiga, J. E. (2001). O Brasil rural ainda não encontrou seu eixo de desenvolvimento. Estudos Avançados, 15(43), 101-119.

Vitorino, P. H., & Carrara, A. F. (2018). Crédito rural e seu impacto no ambiente macroeconômico brasileiro: uma análise do efeito do PRONAF sobre a inflação, produção e emprego do país no período recente. Revista de Desenvolvimento e Políticas Públicas, 2(2), 140-157.

Waas, T., Hugé, J., Verbruggen, A., & Wright, T. (2011). Sustainable development: a bird’s eye view. Sustainability, 3(10), 1637-1661.

Wesz Júnior, V. J. (2020). O PRONAF pós-2014: intensificando a sua seletividade? Revista Grifos, 30(51), 89-113.

Xavier, I. A. F. (2018). Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF): a questão do desenvolvimento rural (Dissertação de mestrado). Universidade Federal de Goiás, Goiânia.

Zeller, M., & Schiesari, C. (2020). The unequal allocation of PRONAF resources: which factors determine the intensity of the program across Brazil? Revista de Economia e Sociologia Rural, 58(3), e207126.
 


Submetido em:
01/06/2022

Aceito em:
15/05/2023

654d17fba9539566606f9485 resr Articles
Links & Downloads

resr

Share this page
Page Sections